Meu nome é Sheyla Smanioto, tenho 26 anos e sou escritora. Meu primeiro romance, o Desesterro (Record, 2015), foi premiado no Jabuti 2016, ganhou o Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional 2016 e o Prêmio Sesc de Literatura 2015, além de ter sido finalista no Prêmio São Paulo de Literatura 2016. O projeto do segundo, O mal entendido, foi selecionado pelo Rumos Itaú Cultural 2016 e está em processo de escrita.

Meu livro de contos Selfie service (não publicado) foi escrito com apoio do Proac Criação Literária 2014/2015. Também sou autora do livro de poemas Dentro e folha, publicado pelo Coletivo Dulcineia Catadora em 2012.

Entre uma e outra periferia, cresci em Diadema e passei a adolescência em Caieiras, na Grande São Paulo. Depois fui para Campinas estudar literatura, mala e cuia na universidade pública. Fiz graduação em Estudos Literários (Unicamp, 2011) e mestrado em Teoria e História Literária (2015). No mestrado, estudei a relação entre a escrita e o corpo a partir das diferentes ideias de possessão de Blanchot e de Artaud.

Também escrevo dramaturgia, e minha peça No ponto cego foi editada na Coleção Incubadora Cultural por ter vencido o IV Concurso Jovens Dramaturgos do Sesc em 2014. Fiz parte da 5ª turma do Núcleo de Dramaturgia do SESI/British Council, para a qual fui selecionada com a peça Cartas de não dizer (2012). Na coletânea de jovens dramaturgos do SESI/ British Council tem outra peça minha, a Salto para (2013). Escrevia peças quando adolescente, mas se for falar nelas também terei que falar dos romances de fantasia.

Na área audiovisual, trabalhei como produtora na série O outro escritor (Futura, 2015/2016). Co-dirigi e montei o episódio O rabo da lagartixa, com uma leitura do conto homônimo de Thelma Guedes feita por Guta Ruiz. Fiz a produção e o roteiro do web documentário Osso da fala (2013), realizado em parceria com Raphael Picerni e premiado pelo Rumos Itaú Cultural Cinema e Vídeo 2012/2014.

Tenho também alguns ensaios publicados em revistas, os meus preferidos são: o “Poéticas à beira de” (Polichinello, 2012) e o “Papel do futuro, futuro de papel” (Ciência & Ambiente, 2010).

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