Desterro, rima e desespero (entrevista + conto)

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Desterro, rima e desesperoOlhem que caprichada a matéria que o Wilame Prado fez! Tem sinopse do romance, um pouquinho sobre processo, sobre o prêmio <3, tem até parte de um conto meu, o “Dobradinha”, para dar um gostinho.

Começa assim, com a sinopse:
“É um romance feito de vozes, de sonhos, de fotografias imaginadas, de uma menina sem nome e de uma vó cansada. Feito de uma mulher sonhando adiante. Com uma criança de uma só palavra. História sobre metamorfoses feita de uma mulher com nossos destinos gravados na pele, de um homem com cães latindo dentro dele e de uma cidade faminta. Uma história de migração feita da fome devorando tudo, da terra devorando a gente, com uma prosa carcomida pela poesia. Livro pra você devorar a fome deles todinha.”

E termina assim:
“A resposta para a última pergunta talvez evidencie um pouco do que leremos em ‘Desesterro’: mescla de boas histórias com um capricho numa linguagem ousada e diferente. ‘Precisava de uma palavra que tivesse seu significado transformado pelo som. Uma palavra para ser intuída. Desesterro contém desterro e rima com desespero. O som, o ritmo, são o corpo desse romance. Queria isso expresso já no título.'”

Para ler na íntegra é só clicar na imagem ;)

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